
O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou ser alvo de uma “perseguição desproporcional” após a quebra do sigilo de seu escritório de advocacia para apurar eventual recebimento de recursos da Copenhagen Assessoria e Consultoria, empresa investigada por ligação com o caso Banco Master.
Durante transmissão ao vivo, Flávio negou ter recebido valores da empresa, criticou a divulgação de notas fiscais canceladas e afirmou que não é investigado. Também comparou sua situação a casos envolvendo o PT e disse que representa uma ameaça ao “sistema”.
O senador ainda relacionou a alegada perseguição à decisão que o impede de visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar, e afirmou que as medidas adotadas contra ele são desproporcionais.
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