
O candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), afirmou que a continuidade do governo Lula (PT), em sua avaliação, representa um risco de fortalecimento da influência do Executivo sobre as instituições, especialmente o Supremo Tribunal Federal (STF).
Durante discurso de campanha, o senador argumentou que o próximo presidente da República terá a prerrogativa de indicar quatro ministros para a Corte, o que, segundo ele, pode consolidar um cenário de perseguição política contra adversários.
Ao abordar o tema, Flávio afirmou que uma eventual reeleição do atual governo permitiria o “aparelhamento definitivo” das instituições.
“Esse governo não pode continuar. Porque se continuar, ele vai aparelhar de uma forma definitiva as instituições. O próximo Presidente da República bota quatro ministros do Supremo Tribunal Federal. E aí, tem onze ministros do Supremo. O próximo presidente coloca quatro ministros do Supremo. Imagina mais quatro Alexandre de Moraes no Supremo. Como é que não vai ser a perseguição política à direita? Imagina mais quatro Flávio Dino. Como é que não vai ser a perseguição?”
Na sequência, o candidato também direcionou críticas ao comunismo e afirmou que a ideologia representa uma ameaça a valores que considera fundamentais para a sociedade.
“Perseguição, cara. Alguém que se vangloria de dizer que é comunista? Que comunista quer? Comunista quer destruir a família, destruir a igreja. E eles têm o domínio inclusive pela força, força dominar tudo e explorar tudo.”








