
A Defensoria Pública da União pediu ao STF o adiamento do julgamento de Eduardo Bolsonaro, marcado para terça-feira (16), e a convocação de um ministro para completar a Primeira Turma.
Segundo a DPU, a vaga aberta após a saída de Luiz Fux pode comprometer o quórum e gerar empate. A defesa também argumenta que Alexandre de Moraes deveria ser considerado impedido por figurar entre os alvos das condutas investigadas.
Eduardo responde a ação penal por suposta coação no curso do processo. Caso Moraes rejeite o pedido, a Defensoria quer que a questão seja analisada pelos demais ministros da Turma.
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