O lançamento da mascote Pilili pelo TSE provocou nova onda de ataques às urnas eletrônicas nas redes sociais. A personagem foi criada para incentivar a participação popular nas eleições e celebrar os 30 anos do sistema eletrônico de votação.
Críticos ligados à direita passaram a usar a mascote para questionar a credibilidade das urnas, apesar de não haver comprovação de fraudes desde a adoção do modelo em 1996. Especialistas e o próprio TSE defendem a segurança do sistema eleitoral brasileiro.
A ministra Cármen Lúcia afirmou que as urnas eletrônicas ajudaram a eliminar fraudes e reforçaram a confiança nas eleições. O TSE ainda não comentou oficialmente os ataques direcionados à mascote nas redes sociais.
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