
O PSD, liderado por Gilberto Kassab, espera ampliar ou manter sua participação nos ministérios no quarto governo Lula. A legenda avalia que merece tratamento diferenciado de outros partidos do Centrão que apoiaram Flávio Bolsonaro no segundo turno de 2026.
Segundo lideranças, houve pressão interna para que o partido declarasse apoio a Flávio, mas a bancada acabou mantendo a neutralidade. O líder do PSD na Câmara, Antonio Brito, teria atuado para impedir que o assunto fosse colocado em votação.
Parlamentares também destacam o apoio do PSD a pautas do governo, como o projeto que alterou regras para microempreendedores individuais (MEIs), e à reeleição de Hugo Motta na presidência da Câmara. Essas iniciativas são apontadas como demonstrações de alinhamento político com Lula.
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