
O copiloto da Flydubai que esfaqueou o comandante de um voo entre Dubai e Tel-Aviv já era proibido de pilotar em Omã, onde nasceu. Segundo o Wall Street Journal, a restrição ocorreu por suspeitas de que ele tivesse adotado visões ideológicas radicais.
Identificado como Hamam al-Hammami, o copiloto, mesmo com a proibição em seu país, foi contratado pela Flydubai e operava a rota entre os Emirados Árabes Unidos e Israel. O ataque ocorreu na última quarta-feira (30), durante o voo FZ1073.
O caso é investigado pelas autoridades. O primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, afirmou que houve uma possível radicalização islâmica, sem apresentar provas. Donald Trump também levantou a possibilidade de envolvimento do Irã e ameaçou uma reação militar caso a suspeita seja confirmada.
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