
Dados do Caged, divulgados nesta sexta (28), mostram que a capital pernambucana gera saldo positivo pelo sétimo mês consecutivo e acumula 12.927 novos empregos formais em 2026, o equivalente a pouco mais de 54% do saldo registrado no Estado. Em julho, foram criadas 482 vagas
O Recife segue como base de sustentação do mercado de trabalho formal de Pernambuco. A capital encerrou o mês de julho criando 482 empregos com carteira assinada, firmando uma sequência de sete meses consecutivos de geração de vagas em 2026. No acumulado do ano, o Recife já soma 12.927 novos empregos formais, o que representa mais da metade de todas as 23.273 vagas criadas em Pernambuco entre janeiro e julho. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta sexta-feira (28) pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Em termos percentuais, pouco mais de 54% dos empregos formais gerados no Estado nos sete primeiros meses do ano estão concentrados no Recife, enquanto que na capital pernambucana moram pouco mais de 16% de toda a população pernambucana. Isso evidencia a relevância da cidade como polo de atividade econômica, serviços, investimentos e oportunidades de trabalho. O resultado reforça o peso da capital na dinâmica econômica pernambucana e também contribuiu para que o estoque de empregos formais da cidade: hoje, são 565.071 vínculos ativos no Recife.
“Manter um saldo positivo pelo sétimo mês consecutivo e, ao mesmo tempo, responder por mais da metade dos empregos gerados em Pernambuco mostra a força e a responsabilidade do Recife em ser o pilar da economia de todo o Estado. Esses números refletem um ambiente atraente para o setor privado, justamente pelo movimento do nosso trabalho em fazer o investimento ser algo cada vez mais simples e que favoreça o crescimento das empresas. Ao mesmo, temos, ano a ano, realizado os maiores ciclos de investimentos públicos da história do Recife e isso se reflete em obras e geração de emprego e renda na cidade”, destacou o prefeito Victor Marques.
Em relação aos dados de julho, a geração de empregos foi garantida principalmente pelos setores de Serviços e Construção. Serviços apresentou saldo positivo de 419 vagas, enquanto a Construção criou 392 postos de trabalho. Os quase 500 novos postos criados para o mercado formal de trabalho são resultado de 20.731 admissões e 20.249 desligamentos.
Dentro de Serviços, destacou-se o grupo de informação, comunicação e atividades profissionais e administrativas, com 557 vagas, puxado principalmente pelas atividades profissionais, científicas e técnicas (+289) e pelas atividades administrativas e serviços complementares (+205). Em sentido contrário, o Comércio registrou saldo negativo de 330 empregos, principal resultado desfavorável entre os grandes grupamentos.
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