
A Polícia Federal apura se a lobista Roberta Luchsinger pediu ao então chefe de gabinete de Lula, Marco Aurélio Ribeiro, o Marcola, ajuda para intermediar a venda de kits de teste de dengue ao Ministério da Saúde, segundo a Folha de S.Paulo.
As conversas ocorreram entre 2024 e 2025, período em que, segundo a PF, Roberta também pagou despesas de Marcola. Ele afirma que os valores, que incluíram R$ 217 mil em faturas de cartão e outras despesas, eram referentes a um empréstimo pessoal já quitado.
A apuração integra inquérito sobre suspeitas de corrupção e tráfico de influência que também envolve Lulinha. Nenhum contrato de testes de dengue ou canabidiol foi firmado. Marcola e a defesa de Lulinha negam atuação para favorecer negócios no governo.
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