
A Justiça dos Estados Unidos determinou que o governo americano esclareça a origem de uma “entrada falsa” em registros migratórios envolvendo Filipe Martins, ex-assessor do governo Bolsonaro, segundo a Folha de S.Paulo.
O registro foi usado em 2024 como um dos fundamentos para a prisão preventiva de Martins, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF. A ordem americana foi dada em audiência realizada em março deste ano.
O juiz Gregory Presnell também determinou acesso integral a documentos entregues com trechos ocultados. O governo dos EUA afirmou que parte das informações integra uma investigação em andamento.
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