segunda-feira, 17 de agosto de 2026

João Campos promete levar Pernambuco a viver o maior ciclo de investimentos da história

João Campos promete levar Pernambuco a viver o maior ciclo de investimentos da história

Candidato a governador classificou a atual gestão como “acanhada” e elencou projetos estruturantes para seu ciclo de governo a partir de 2027

No primeiro dia útil após o início da campanha eleitoral, João Campos (PSB) reafirmou o compromisso com um novo ciclo de desenvolvimento para Pernambuco a partir do próximo ano. Segundo o candidato a governador, a gestão da governadora Raquel Lyra (PSD) vem tendo uma postura acanhada na área econômica, o que se reflete em indicadores ruins na geração de emprego e na perda de competitividade. O líder da Frente Popular elencou projetos estruturantes para seu ciclo de governo e reforçou a parceria com o presidente Lula (PT) como fundamental para levar o estado a um novo momento.

“Não estou aqui para fazer um governo de uma obra só e muito menos um governo de promessa e que não realiza. Estou aqui para realizar e dizer que Pernambuco vai liderar o Nordeste. A Bahia conquistou uma montadora de carro recentemente. O Ceará conquistou um data center. Qual foi a grande indústria que veio para Pernambuco nos últimos quatro anos?”, questionou o candidato nesta segunda-feira (17), durante sabatina do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação.

Segundo João, o cenário de hoje é de “enfraquecimento da economia do estado”, o que demanda do próximo governador a capacidade de consolidar conquistas da parceria de Lula e Eduardo Campos e de apontar para um novo ciclo. “A refinaria e a fábrica da Jeep respondem por quase 25% da arrecadação de ICMS do estado. Se essas duas indústrias não tivessem vindo pelas mãos de Lula e de Eduardo Campos, Pernambuco teria uma economia muito aquém da que tem hoje. Mas qual o próximo ciclo de desenvolvimento? A gente precisa de um investimento robusto em infraestrutura”, defendeu o candidato, reafirmando o compromisso de propor a estadualização da obra da Transnordestina e a abertura de uma nova frente de construção a partir de Suape para assegurar que o principal projeto de infraestrutura do estado saia do papel.

Por fim, o candidato avaliou que a contratação de operações de crédito precisa ter sintonia com a realização de projetos que dinamizem a economia, a exemplo da duplicação da PE-60 e da PE-90 e da triplicação do trecho da BR-101 que corta o Grande Recife, propostas já lançadas por ele. “Pernambuco precisa sonhar e trabalhar pelos grandes projetos, integração de região e desenvolvimento integrado a longo prazo. Isso faz toda a diferença e não está no debate hoje. O debate do estado está muito acanhado, com pequenas ações isoladas. Quando se fala de integrar cadeias produtivas, a gente fala de aumentar a capacidade de o estado produzir associada à infraestrutura de ponta e à formação de pessoas”, concluiu.

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