
A campanha eleitoral aumentou a volatilidade dos ativos brasileiros diante das dúvidas sobre a política fiscal do próximo governo. Investidores estrangeiros retiraram R$ 18,7 bilhões da Bolsa em agosto, pior resultado mensal de 2026.
O cenário também reflete juros elevados e a guerra no Oriente Médio. O mercado projeta a Selic em 13,75% no fim do ano, enquanto o fluxo cambial acumulou saída líquida de US$ 2,55 bilhões até 21 de agosto.
Bancos avaliam que a resposta do próximo governo à trajetória da dívida será determinante para os ativos. O Morgan Stanley estima dólar entre R$ 4,50 e R$ 5,25 com ajuste fiscal crível e até R$ 6 em cenário adverso.
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