
As contas públicas registraram superávit primário de R$ 1,4 bilhão em julho, segundo o Banco Central. Apesar do resultado positivo, a dívida avançou para R$ 10,95 trilhões.
O endividamento atingiu 82,5% do PIB, maior patamar desde abril de 2021. Em 12 meses, o déficit nominal somou R$ 1,24 trilhão, enquanto os juros alcançaram R$ 1,15 trilhão.
De janeiro a julho, as contas acumularam déficit de R$ 78,8 bilhões. As estatais federais tiveram rombo recorde de R$ 8,3 bilhões no período, agravado pela crise financeira dos Correios.
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