terça-feira, 21 de julho de 2026

Miguel Coelho celebra resultados históricos da Fenearte, que movimentou R$ 173,6 milhões e recebeu 350 mil visitantes

Miguel Coelho celebra resultados históricos da Fenearte, que movimentou R$ 173,6 milhões e recebeu 350 mil visitantes

O presidente estadual do União Brasil, Miguel Coelho, comemorou os resultados alcançados pela maior feira de artesanato da América Latina. Ao longo de 12 dias, o evento reuniu 350 mil visitantes, movimentou R$ 173,6 milhões em negócios e consolidou Pernambuco como referência nacional na economia criativa e no artesanato.

Realizada no Centro de Convenções, em Olinda, a feira reuniu mais de 5 mil artesãos de Pernambuco, de outros 23 estados, do Distrito Federal e de mais de 20 países. Miguel Coelho elogiou a dimensão econômica e cultural da Fenearte e reconheceu o apoio da governadora Raquel Lyra para o fortalecimento da iniciativa.

Miguel Coelho, que participou da abertura da feira, observou que esse crescimento é o resultado do momento econômico pelo qual Pernambuco está passando. "A Fenearte é um patrimônio de Pernambuco e um dos maiores exemplos de como a cultura pode impulsionar a economia, gerar emprego, renda e oportunidades. Os resultados desta edição mostram a força do nosso artesanato e o acerto do apoio que a governadora Raquel Lyra tem dado ao setor, fortalecendo um evento que projeta Pernambuco para o Brasil e para o mundo."

A secretária de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, Danielle Jar Souto, afirmou que os resultados da 26ª Fenearte reforçam o artesanato como um dos principais vetores de desenvolvimento econômico do Estado. “Os números históricos da feira comprovam que o investimento no setor gera emprego, renda, oportunidades e fortalece a economia criativa, além de ampliar a projeção de Pernambuco no Brasil e no exterior”, afirmou.

Um dos principais avanços desta edição foi a realização da primeira rodada internacional de negócios em parceria com a ApexBrasil, que movimentou R$ 6,6 milhões e reuniu compradores de oito países, ampliando a presença do artesanato brasileiro no mercado externo. O Governo de Pernambuco investiu R$ 16 milhões na realização da feira, por meio da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe).

Os impactos também foram sentidos no turismo. A ocupação hoteleira chegou a 90% em Olinda nos fins de semana da feira e a 85% na Região Metropolitana do Recife. O tempo médio de permanência dos visitantes aumentou para sete dias, reforçando a capacidade do evento de movimentar a economia e impulsionar diversos setores ligados ao turismo e aos serviços.

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