sexta-feira, 10 de julho de 2026

Júnior de Beto acompanha reconhecimento internacional de estudante de Palmares durante convenção na China

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"Você já imaginou se a gente coloca uma? Você sabe mulher como é que é, né? Arruma enguiço com 20”, disse nesta quarta-feira, 8, Valdemar Costa Neto, ao comentar a decisão de acabar com a presidência nacional do PL Mulher, cargo deixado por Michelle Bolsonaro na semana passada.

O presidente do Partido Liberal almoçou com frentes parlamentares ligadas a tecnologia, empreendedorismo e combate à pirataria.

Saída em meio a crise familiar
Michelle rompeu com a função em meio a um desentendimento com o enteado mais velho, o senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República pelo PL.

A ex-primeira-dama relatou ter sofrido ataques nas redes sociais depois de um vídeo em que acusou o senador de humilhá-la, o que a deixou mais reticente sobre concorrer a uma vaga no Senado pelo Distrito Federal.

Flávio negou publicamente qualquer tipo de desrespeito e afirmou que jamais agiria dessa forma “com a esposa do meu próprio pai”.

O episódio se soma a outra polêmica de gênero registrada na sigla dias antes, quando o influenciador Paulo Figueiredo, próximo do ex-deputado Eduardo Bolsonaro, declarou que mulheres “votam muito mal”.

Cargos estaduais permanecem
Com o fim da presidência nacional do grupo, Valdemar informou que as presidentes estaduais do PL Mulher seguirão em atividade, subordinadas a ele, mas com certa autonomia. Um dos focos do atrito interno envolve a vereadora de Fortaleza, Priscila Costa, vice-presidente nacional da ala feminina, cotada por Michelle para o Senado.

O partido, no entanto, deve indicar Alcides Fernandes, pai do deputado federal André Fernandes, presidente da sigla no Ceará. Com informações de O Antagonista.

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