
Integrantes do alto escalão do governo federal têm criticado a falta de transparência na distribuição dos honorários de sucumbência pagos às carreiras jurídicas do Executivo. Segundo relatos obtidos pela Folha de S.Paulo, os dados são tratados como uma “caixa-preta”.
A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu à Controladoria-Geral da União (CGU) que negasse acesso às informações solicitadas pela ONG Transparência Brasil. Os valores são administrados pelo Conselho Curador dos Honorários Advocatícios (CCHA).
Em 2025, membros da AGU receberam R$ 6,1 bilhões em honorários de sucumbência, o maior valor já distribuído.
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