
Com o anúncio de que o senador Jaques Wagner (PT) deixaria a liderança do governo no Senado, a oposição se dividiu sobre a estratégia a ser adotada diante do desgaste enfrentado pelo presidente Lula (PT).
Uma ala do Partido Liberal defende uma postura mais agressiva e para tentar usar a saída de Wagner como uma “admissão de culpa” e reduzir a atenção sobre as ligações atribuídas ao senador Flávio Bolsonaro (PL) com o banqueiro Daniel Vorcaro.
Por outro lado, setores mais moderados adotaram uma postura de cautela e preferem aguardar novos fatos das investigações do caso Banco Master antes de ampliar os ataques ao governo, informa o Estadão.
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