
A inflação dos alimentos perdeu força em junho, impulsionada pela menor pressão dos preços das carnes e dos produtos in natura. A melhora na oferta contribuiu para reduzir o ritmo de alta em diversos itens consumidos pelas famílias.
Com a carne bovina mais cara, consumidores passaram a optar por proteínas mais acessíveis, como carne suína e frango. O aumento da oferta dessas proteínas ajudou a conter os preços e ampliar a concorrência no setor.
Especialistas avaliam que os alimentos podem ficar ainda mais baratos a partir de julho. O fim das festas juninas, da Copa do Mundo e a mudança nos hábitos de consumo durante as férias tendem a aliviar a demanda e favorecer novas quedas de preços.
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