sexta-feira, 7 de agosto de 2026

Em noite de emoção e celebração, Simão Durando inaugura maior escola da zona rural de Petrolina

Em noite de emoção e celebração, Simão Durando inaugura maior escola da zona rural de Petrolina

A educação de Petrolina viveu uma noite histórica nesta quinta-feira (6). O prefeito Simão Durando inaugurou a Escola Municipal em Tempo Integral Félix Manoel dos Santos, na comunidade da Tapera. A unidade escolar tem a maior área construída da história do município.

Com investimento de quase R$ 8 milhões, a nova unidade representa um marco para a educação do campo, ampliando o acesso ao ensino em tempo integral e fortalecendo o desenvolvimento das comunidades ribeirinhas. A escola tem capacidade para atender 390 estudantes em tempo integral ou 780 alunos em dois turnos, contemplando crianças do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental.

A estrutura reúne 12 salas de aula climatizadas, quadra poliesportiva coberta, auditório, biblioteca, laboratórios, sala de informática, ateliê criativo, refeitório, cozinha equipada, bicicletário, acessibilidade e purificador de água, garantindo mais conforto, saúde e segurança para os estudantes.

Durante a solenidade, Simão Durando fez um discurso marcado pela emoção e relacionou a entrega da escola à própria história de vida. Filho de professor, o prefeito afirmou que a obra representa muito mais que um prédio. "Hoje eu não entrego apenas uma escola. Entrego o meu coração e o meu desejo de ver essa juventude ribeirinha transformar os seus sonhos em realidade", declarou. Em um dos momentos mais emocionantes da cerimônia, homenageou o pai e afirmou que "precisou o filho de um professor chegar à Prefeitura para fazer essa revolução na educação de Petrolina", sendo aplaudido pelo público.

O prefeito ressaltou que a nova unidade simboliza o compromisso da administração municipal com a valorização das comunidades ribeirinhas. "Educação é o maior investimento que uma gestão pode fazer para transformar vidas. Levar uma escola desse porte para a zona rural é garantir oportunidades iguais para quem vive no campo. A Tapera ganha uma escola preparada para o presente e para o futuro das nossas crianças", afirmou.

O gestor lembrou que outra escola de grande porte está em construção na comunidade de Pedrinhas e destacou que os investimentos chegam "de ponta a ponta" de Petrolina. "Quem imaginava, nos melhores sonhos, uma escola como essa? Uma estrutura de primeiro mundo, com os melhores professores, os melhores livros, as melhores refeições e, acima de tudo, amor e carinho por nossa gente. É só o começo", concluiu.

Aniversário da Tapera

A inauguração da escola integrou a programação comemorativa do aniversário da comunidade da Tapera e reuniu centenas de moradores em uma noite de celebração. O evento contou com um desfile artístico e cultural envolvendo estudantes de escolas da Tapera, Ilha do Massangano, Roçado e Caatinguinha. Com o tema "Um lugar de desafios e oportunidades", as apresentações exaltaram o Rio São Francisco, a cultura popular e a identidade das comunidades ribeirinhas.

Além da nova unidade de ensino, a população também foi contemplada com a entrega da iluminação da PE-655, no acesso à Vila da Tapera. A obra implantou iluminação pública em 2,3 quilômetros da estrada, com a instalação de 128 postes de concreto e luminárias de LED.

Adolescente mata avós, alunos e professores de escola

Adolescente mata avós, alunos e professores de escola

Um adolescente de 14 anos matou os avós nesta sexta-feira (7) antes de seguir para sua escola na Tailândia, onde tirou a vida de cinco pessoas.

s autoridades anunciaram inicialmente oito mortos, mas revisaram o número para sete: os dois avós, dois professores e três membros do corpo docente.

O autor dos disparos havia “planejado claramente” o ataque e tirou a própria vida com a arma, declarou no local dos fatos o primeiro-ministro, Anutin Charnvirakul. Ele o descreveu como um aluno que se encontrava “sob pressão” na escola.

Além disso, mais de 30 pessoas ficaram feridas, das quais nove se encontram em estado grave, detalhou.

“Ouvi muitos tiros, muito altos, porque parecia que o atirador estava justamente no andar de cima. Eu conseguia até ouvir as cápsulas batendo no chão e o barulho do meta”
Pawarisa Maylissa, uma estudante
“Eu tive medo de morrer e de não realizar meus sonhos”, afirmou em frente à escola Debsirin, na província de Nonthaburi, ao norte de Bangcoc.

Após a tragédia, os pais correram para o local para buscar seus filhos, enquanto alunos e funcionários se consolavam do lado de fora.

Fotos publicadas pela imprensa local mostram o suspeito vestido com um uniforme escolar roxo e uma bolsa preta a tiracolo, com várias cápsulas de bala visíveis no chão.

‘Um garoto perturbado’
“Era um garoto perturbado. Meu grupo de amigos, que o conhecia, dizia que ele se interessava pelo FBI e por armas, e que muitos outros alunos o assediavam”, contou à AFP Purin Khumchoo, de 17 anos, depois de ter escapado por pouco das balas.

“Quando vi que ele apontava a arma para mim, pensei que parecia muito profissional, como se estivesse treinando havia muito tempo”, acrescentou o adolescente.

Quinze alunos sofreram lesões ao tentar fugir, declarou a vice-ministra do Interior tailandesa, Polapee Suwunchwee, à emissora pública Thai PBS.

“Vi milhares de alunos correndo. Alguns nem sequer estavam calçados”, afirmou Thongchai Thanakat, piloto de mototáxi que trabalha há vinte anos em frente ao colégio, com capacidade para 3.000 estudantes.

“Sinto-me muito mal por um aluno cujo corpo vi depois que ele foi atingido em cheio na cabeça”, acrescentou. “É realmente triste”.

Um ‘incidente terrível’
O primeiro-ministro Anutin Charnvirakul qualificou o ocorrido como um “incidente terrível”.

Segundo o primeiro-ministro, a arma, registrada legalmente, estava guardada em uma casa, mas o adolescente “conseguiu ter acesso a ela de alguma forma”.

“Nunca deveria ter acontecido. Como pôde isso acontecer em nosso país?”, lamentou.

A Tailândia tem uma das maiores taxas de posse de armas de fogo da região, com cerca de 10 milhões em circulação, ou seja, uma para cada sete habitantes.

Promessas anteriores de endurecer as leis sobre armamento não impediram que os disparos continuassem de forma recorrente.

A polícia tailandesa deteve, em fevereiro, um adolescente que abriu fogo em uma escola no sul do país, resultando na morte de uma pessoa (o diretor) e em dois estudantes feridos.

Em 2022, um ex-policial armado com uma pistola e uma faca invadiu uma creche no norte do país e matou 24 crianças e 12 adultos. Com informações da Jovem Pan.

STF contraria Moraes e abre brecha para reduzir penas de réus do 8/1

STF contraria Moraes e abre brecha para reduzir penas de réus do 8/1

O plenário do STF (Supremo Tribunal Federal) impôs nesta quinta-feira (6) uma rara derrota ao ministro Alexandre de Moraes e abriu uma brecha para que réus dos atos golpistas possam descontar de suas penas o período em que foram submetidos a medidas cautelares.

O caso envolve Simone Macedo, presa em 9 de janeiro de 2023 no acampamento montado em frente ao Quartel-General do Exército, em Brasília, onde apoiadores de Jair Bolsonaro (PL) protestavam contra a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de 2022.

Simone foi condenada a 1 ano de reclusão, em regime inicial aberto, por associação criminosa e incitação ao crime.

A defesa recorreu ao STF para que o período em que Simone ficou presa preventivamente e cumpriu medidas cautelares, como o uso de tornozeleira eletrônica e o recolhimento noturno, fosse descontado da pena, como se esse tempo já tivesse sido cumprido.

O pedido foi parcialmente negado pelo ministro Alexandre de Moraes. Em decisão monocrática, ele autorizou o desconto de 59 dias em que Simone permaneceu presa preventivamente, mas rejeitou a possibilidade de descontar o período em que ela usou tornozeleira eletrônica ou esteve em recolhimento noturno.

Segundo Moraes, o Código Penal autoriza a detração [desconto] apenas do tempo de prisão. Ele diz que não há previsão legal para que medidas cautelares alternativas à prisão sejam descontadas da pena.

O ministro também afirmou que o STF já decidiu em outras ocasiões que medidas cautelares diferentes da prisão não geram direito à detração, por não representarem uma perda total da liberdade.

Simone recorreu, e o caso foi levado ao plenário. Moraes manteve seu entendimento e foi acompanhado pelos ministros Dias Toffoli, Flávio Dino e Nunes Marques.

O ministro Cristiano Zanin, porém, abriu divergência, algo raro quando se trata de um julgamento relacionado aos atos de 8 de janeiro.

Para Zanin, cumprir a cautelar de recolhimento domiciliar noturno é muito semelhante a cumprir pena em regime aberto, que foi justamente o regime para o qual ela foi condenada.

O ministro destacou que existe uma "equivalência plena" entre os dois casos, já que a pessoa pode sair durante o dia, inclusive para trabalhar, mas deve permanecer em casa à noite e nos fins de semana mesmo contra sua vontade.

Na avaliação de Zanin, deixar de descontar esse período da pena provocaria um "excesso de punição" e trataria como "tempo neutro" um período em que a liberdade da pessoa já estava sendo restringida pelo Estado.

Por isso, para quem foi condenado ao regime aberto, Zanin propôs que o desconto seja integral: 1 dia de recolhimento noturno deve valer por 1 dia de pena.

Já no regime semiaberto, o ministro entendeu que a restrição é maior do que a imposta pelo recolhimento noturno. Por isso, propôs um cálculo proporcional: seriam necessários 2 dias de recolhimento noturno para descontar 1 dia de pena.

Mas para os condenados ao regime fechado, ele afirma que a diferença entre a punição e o recolhimento domiciliar é ainda maior, já que a prisão é, segundo Zanin, "incomparavelmente mais severa".

Nesses casos, ele propôs a chamada detração diferida. O período de recolhimento noturno não seria descontado imediatamente enquanto a pessoa estivesse no regime fechado. O abatimento seria aplicado posteriormente, quando houvesse progressão para o regime semiaberto, seguindo a proporção de 2 dias de recolhimento para cada 1 dia de pena.

Zanin foi acompanhado pelos ministros André Mendonça, Edson Fachin, Cármen Lúcia, Luiz Fux e Gilmar Mendes, o que configurou maioria e consolidou o resultado de acordo com a sua posição.

Embora a decisão diga respeito especificamente ao caso de Simone Macedo, o entendimento pode abrir caminho para que outros condenados que tenham cumprido medidas cautelares semelhantes, sejam eles réus do 8 de janeiro ou não, peçam o mesmo tratamento.

Mauro Cid
Um dos casos que pode ser afetado pelo entendimento é o do tenente-coronel Mauro Cid.

Por ter firmado um acordo de colaboração premiada, Cid recebeu a menor pena entre os integrantes do chamado núcleo crucial da tentativa de golpe. Ele foi condenado a dois anos de reclusão em regime aberto.

Desde a condenação, a defesa do tenente-coronel fez diversos pedidos para que o STF reconhecesse que a pena já havia sido cumprida. Segundo os advogados, durante as investigações, Cid permaneceu por mais de dois anos entre prisão preventiva, monitoramento por tornozeleira eletrônica e recolhimento noturno.

Moraes, no entanto, negou todos os pedidos de forma monocrática, com respaldo da PGR (Procuradoria-Geral da República).

O argumento utilizado é semelhante ao aplicado no caso de Simone: não há previsão legal para que medidas cautelares diversas da prisão sejam descontadas da pena. A detração, segundo esse entendimento, só seria possível em relação ao período de prisão preventiva.

Diferentemente do caso de Simone, porém, os pedidos de Cid não chegaram a ser analisados pelo plenário do STF. Com informações da CNN.

Governo tenta estancar crise entre Mendonça e Polícia Federal

Governo tenta estancar crise entre Mendonça e Polícia Federal

Uma escalada de tensões entre a Polícia Federal e o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), está incomodando o Executivo e a cúpula da mais alta Corte do país. A situação ganhou novos contornos nessa quinta-feira, quando os 27 superintendentes regionais da corporação publicaram uma nota pública em que defendem a instituição e seu papel no Estado Democrático de Direito, além de ressaltarem que "a credibilidade construída perante a sociedade brasileira decorre da atuação técnica e independente de seus servidores".

No mesmo dia, Mendonça se encontrou com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington Lima e Silva, em um movimento para reduzir o desgaste na relação entre o gabinete do magistrado e investigadores. Segundo relato obtido pelo Correio, a reunião transcorreu em tom positivo. Durante a conversa, Mendonça destacou a importância de preservar a independência da Polícia Federal e o papel desempenhado pela corporação na condução das investigações.

O gabinete do magistrado tem cobrado esclarecimentos sobre a condução das investigações e questionado a suposta demora na realização de diligências. A Polícia Federal, por sua vez, nega qualquer irregularidade e sustenta que os procedimentos seguem critérios estritamente técnicos, sem interferências externas.

Na nota conjunta, os dirigentes regionais saem em defesa do diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues. No documento, reafirmam o compromisso da instituição com a Constituição, a legalidade e o Estado Democrático de Direito.

"Ao longo de seus 82 anos de história, a Polícia Federal consolidou-se como uma instituição de Estado comprometida com a Constituição da República, a legalidade, a imparcialidade e a defesa do Estado Democrático de Direito", frisa o documento.

O texto traz um duro recado sobre o papel da PF. "A atividade investigativa da Polícia Federal não se submete a interesses políticos, ideológicos ou pessoais, mas ao estrito cumprimento da lei. Para o adequado exercício de sua missão constitucional, é indispensável a preservação da independência técnica das investigações e da autonomia administrativa necessária à gestão eficiente de seus recursos e prioridades institucionais", completa.

Confiança
Os superintendentes também manifestam confiança na gestão de Rodrigues e afirmam que a atuação da Polícia Federal é pautada pelo cumprimento da lei, pela produção de provas e pela independência funcional, sem influência de interesses pessoais. "Nesse contexto, os 27 Superintendentes Regionais da Polícia Federal vêm a público reafirmar sua confiança na Direção da Polícia Federal e seu compromisso com a defesa da Constituição, da democracia, da legalidade e do interesse público, bem como com a preservação de uma Polícia Federal forte, técnica, independente e fiel à sua missão institucional", acrescenta o documento.

A nota ainda faz referência ao ambiente de críticas públicas envolvendo a corporação. Segundo o texto, embora "o debate público e as críticas legítimas sejam próprios da democracia", esse ambiente se torna prejudicial quando busca "enfraquecer a credibilidade e a confiança" que a sociedade deposita nas instituições.

Fontes ligadas ao magistrado afirmam que ele está "tranquilo" em relação às críticas que vem recebendo, mas que ficou incomodado com algumas decisões tomadas no âmbito da investigação sobre as fraudes no Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), sem que ele tenha sido consultado. Entre as situações estariam trocas na equipe de investigação e demora para cumprir determinações que foram feitas no âmbito do processo.

Já na PF, a avaliação é de que Mendonça está interferindo no papel da corporação, na independência dos agentes e atuando em situações que não compete a ele. Ao mesmo tempo, estaria demorando para atender diligências solicitadas em outras apurações, como no caso do escândalo do Banco Master, em que ele estaria demorando para autorizar mandados solicitados pelos integrantes da operação. Com informações do Correio Braziliense.

Coronel Feitosa concede Título de Cidadão Pernambucano ao presidente da Aena Brasil

Coronel Feitosa concede Título de Cidadão Pernambucano ao presidente da Aena Brasil

A Assembleia Legislativa de Pernambuco realizou nesta quinta-feira (6) a Reunião Solene que concedeu o Título Honorífico de Cidadão Pernambucano a Fernando Santiago Yus Saenz de Cenzano, presidente da Aena que é uma das maiores operadoras aeroportuárias do mundo, com presença em diversos países. No Brasil, a empresa administra atualmente 16 aeroportos, consolidando-se como referência em infraestrutura, eficiência operacional e conectividade aérea no país.

No discurso, Feitosa ressaltou a ligação pessoal que o une ao homenageado e ao próprio aeroporto. "Santiago Yus veio ao nosso Estado para liderar um dos maiores desafios da infraestrutura aeroportuária brasileira: o Aeroporto Internacional do Recife, o mesmo aeroporto onde eu tive a honra de servir como superintendente, ao lado de valorosos homens e mulheres colegas da Infraero. Hoje, ele cuida daquilo que construímos juntos. E o faz com competência, respeito e dedicação", afirmou o deputado.

Feitosa destacou ainda a escolha de Santiago Yus por Pernambuco como lar. "Dizem que ninguém escolhe onde nasce. Mas todos podem escolher onde desejam fincar suas raízes. E Santiago Yus fez essa escolha aqui", declarou, encerrando com as palavras: "Você chegou como visitante, trabalhou como parceiro e hoje é reconhecido como um dos nossos."

Ao receber o título, Santiago Yus demonstrou emoção e reafirmou seu vínculo com o estado. "É uma honra conseguir esse título de cidadania pernambucana, o que reaviva ainda mais a vontade de trabalhar mais perto da região. Toda essa cultura, toda essa sociedade é um exemplo de foco e determinação", disse o homenageado, que também exaltou as belezas do estado: "Fernando de Noronha, Muro Alto, Carneiros, enfim, milhões de lugares que a gente pode curtir no dia a dia."

Sob a gestão de Santiago Yus, o Aeroporto Internacional do Recife passou por uma transformação histórica: ampliação de 60% na estrutura, salto de 9 para 15 milhões de passageiros por ano e investimento de quase R$ 1 bilhão, com geração de mais de 1.600 empregos. Em 2025, consolidou-se como o maior hub do Nordeste, sendo reconhecido como Melhor Aeroporto do Brasil e 5º da América do Sul pela Skytrax.

Dia dos Pais com saúde, cuidado e prêmios: Hospital São José promove ação especial em parceria com academia

Dia dos Pais com saúde, cuidado e prêmios: Hospital São José promove ação especial em parceria com academia

Neste Dia dos Pais, o melhor presente é cuidar da saúde. Pensando nisso, o Hospital São José realiza, nesta sexta-feira (07), às 15h, uma ação especial em parceria com a Academia Forma e Saúde, proporcionando uma tarde dedicada ao bem-estar, prevenção e qualidade de vida.

A programação acontece na sede da academia, localizada em frente ao Hospital São José, e contará com a presença da equipe da instituição, que oferecerá atendimento, orientações e uma experiência voltada ao cuidado integral com a saúde.

Além das atividades, os participantes ainda terão a oportunidade de concorrer a uma série de benefícios exclusivos, entre eles uma consulta com o médico especialista em Medicina da Dor, Dr. Mário Almeida, exames laboratoriais e um ano gratuito do Cartão SJ+Saúde, programa que garante acesso facilitado a diversos serviços de saúde.

A iniciativa reforça o compromisso do Hospital São José em promover ações preventivas e aproximar a população dos cuidados essenciais, incentivando hábitos saudáveis e valorizando a saúde como o maior patrimônio de cada família.

A participação é gratuita, e toda a comunidade está convidada a celebrar o Dia dos Pais de uma forma diferente: investindo no cuidado, na prevenção e na qualidade de vida. Afinal, o melhor presente continua sendo a saúde.

Eduardo Bolsonaro critica Moraes ao comentar prisão de Filipe Martins

Eduardo Bolsonaro critica Moraes ao comentar prisão de Filipe Martins

O ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL) afirmou nesta sexta-feira (7) que estaria preso no Brasil caso não tivesse ido para os Estados Unidos. A declaração foi feita em uma publicação nas redes sociais em defesa do ex-assessor Filipe Martins.

Na mensagem, Eduardo criticou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e disse que Martins está preso de forma injusta. O ex-assessor cumpre pena de 21 anos por envolvimento na trama golpista.

Eduardo Bolsonaro foi condenado pela Primeira Turma do STF a 4 anos e 2 meses de prisão, em regime semiaberto, por interferência em processo judicial relacionado à investigação da tentativa de golpe de Estado.

Zema lança plano com ataque ao STF, privatizações e saída do BRICS

Zema lança plano com ataque ao STF, privatizações e saída do BRICS

Com a candidatura oficializada ao lado de Eduardo Girão (Novo-CE), o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), divulgou na manhã desta sexta-feira, 7, o programa de governo batizado de “Plano Implacável”. O documento apresenta um diagnóstico de que o Brasil seria um “país roubado” por uma elite política e institucional e propõe uma série de mudanças estruturais, que vão desde uma ampla reforma do Judiciário até a privatização de todas as empresas estatais e a saída do país do BRICS.

O plano busca nacionalizar as políticas implementadas por Zema em Minas Gerais, com foco na redução dos gastos públicos, diminuição da presença do Estado na economia e endurecimento das regras na segurança pública.

Um dos principais alvos do programa é o Judiciário, especialmente o Supremo Tribunal Federal (STF). O candidato propõe estabelecer idade mínima de 60 anos para futuros ministros da Corte, extinguir decisões monocráticas que suspendam leis aprovadas pelo Congresso e criar uma corregedoria independente para fiscalizar ministros dos tribunais superiores. O documento também prevê o fim do foro privilegiado para praticamente todas as autoridades, mantendo a prerrogativa apenas para o presidente da República, além de proibir que parentes de ministros atuem como advogados perante os respectivos tribunais.

Na segurança pública, o discurso é de enfrentamento às facções criminosas. O plano defende classificar organizações criminosas como grupos terroristas, permitindo o emprego integrado das Forças Armadas e das polícias para retomada de territórios dominados. Também propõe prisão obrigatória em audiências de custódia para reincidentes flagrados pela terceira vez, redução da maioridade penal para 16 anos — com possibilidade de idade inferior em crimes hediondos — e maior autonomia para que os estados criem tipos penais e estabeleçam punições complementares à legislação federal.

Na área econômica, Zema promete um “choque fiscal” baseado na contenção dos gastos públicos. O programa prevê uma nova reforma da Previdência, incluindo militares e trabalhadores rurais, além de um mecanismo de reajuste automático da idade mínima conforme a expectativa de vida. O texto também defende uma ampla reforma administrativa, redução da estrutura da máquina pública, privatização de todas as estatais e venda de imóveis e ativos considerados não essenciais.

Na política tributária, o candidato promete reduzir a carga sobre empresas por meio da diminuição do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e simplificar o recolhimento de tributos, transferindo ao Estado a responsabilidade pelo cálculo dos impostos devidos pelos contribuintes.

O plano também dedica um capítulo às relações de trabalho. A principal proposta é criar um regime alternativo à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), no qual acordos entre empregadores e trabalhadores prevaleçam sobre a legislação em temas como jornada, férias e forma de pagamento, respeitado o limite semanal de 44 horas. O documento ainda reforça o direito de trabalhadores não se filiarem nem contribuírem para sindicatos.

Na área social, Zema afirma que pretende substituir políticas de dependência permanente por mecanismos de incentivo à autonomia financeira. Entre as propostas está o programa “Sócios do Brasil”, que prevê o depósito de 1 mil reais para cada brasileiro ao nascer em um fundo de investimentos, com saque permitido apenas aos 18 anos. O programa também condiciona a permanência de adultos saudáveis no Bolsa Família à aceitação de ofertas de emprego ou cursos de qualificação e prevê um prêmio de 5 mil reais para famílias que deixarem de depender do benefício após aumentarem sua renda.

Na política externa, o documento propõe retirar o Brasil do BRICS e concentrar esforços na adesão à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e na ampliação de acordos comerciais com democracias liberais. O plano ainda defende mudanças na legislação sobre liberdade de expressão, transformando crimes como injúria e difamação em infrações exclusivamente cíveis e classificando atos de censura praticados pelo Estado como abuso de autoridade.

Outra mudança institucional prevista é a autorização para candidaturas avulsas, permitindo que cidadãos disputem eleições sem necessidade de filiação partidária.

O “Plano Implacável” servirá como principal plataforma da campanha presidencial de Romeu Zema e Eduardo Girão, que apostam na defesa de um Estado mais enxuto, na liberalização da economia e no endurecimento das políticas de segurança como eixos centrais da disputa eleitoral. Com informações de O Antagonista.

Campanha de Lula tenta conter desgaste com investigações sobre Lulinha e Marcola

Campanha de Lula tenta conter desgaste com investigações sobre Lulinha e Marcola

A campanha do presidente Lula monitora o impacto político das investigações envolvendo o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e o ex-chefe de gabinete Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, às vésperas do lançamento oficial da candidatura à reeleição.

Marcola deixou a equipe de campanha após a divulgação de pagamentos recebidos da empresária Roberta Luchsinger. Ele afirma que os R$ 249 mil corresponderam a um empréstimo pessoal, já quitado, e nega irregularidades. Já Lulinha é alvo de três inquéritos autorizados pelo STF que apuram suspeitas de tráfico de influência, acusações que sua defesa também nega.

Publicamente, Lula tem afirmado que a Polícia Federal atua com autonomia e que não haverá tratamento diferenciado nas investigações. O lançamento oficial da campanha está marcado para 16 de agosto, em São Bernardo do Campo (SP).

Jaques Wagner pede adiamento de depoimento à PF por falta de acesso à investigação

Jaques Wagner pede adiamento de depoimento à PF por falta de acesso à investigação

A defesa do senador Jaques Wagner (PT-BA) informou nesta sexta-feira (7) que pediu o adiamento do depoimento à Polícia Federal (PF) por ainda não ter conseguido acessar o conteúdo da investigação sobre o caso Master. Segundo os advogados, o pedido foi apresentado com antecedência e o senador pretende prestar esclarecimentos, mas apenas após conhecer os elementos que constam nos autos.

Em nota, a defesa afirmou que o adiamento foi solicitado porque “ainda não foi viabilizado à defesa, por problemas técnicos, o acesso ao conteúdo da investigação”. Os advogados informaram que essas dificuldades foram documentadas e que o acesso aos autos foi requerido no mesmo ato em que a data do depoimento foi definida, há quase um mês.

De acordo com o comunicado, Jaques Wagner pretende depor, mas seguirá a orientação da defesa para aguardar o acesso ao conteúdo da investigação antes de prestar esclarecimentos.

O senador pretende falar. Contudo, por orientação de sua defesa, apenas o fará após conhecer o que efetivamente consta na investigação e o que, de fato, está sendo investigado, pois esse é um direito seu. Somente assim terá condições de prestar um depoimento verdadeiramente esclarecedor.
Nota da defesa de Jaques Wagner
Os advogados também disseram que não irão se manifestar sobre o mérito da investigação enquanto não tiverem acesso às informações para análise.

Na quinta-feira (6), a Jovem Pan adiantou que Jaques Wagner não iria comparecer ao depoimento marcado para o dia 7 de agosto na Polícia Federal. A oitiva faz parte do inquérito que investiga supostas irregularidades envolvendo o Banco Master. Com a decisão, o senador deve se manifestar apenas nos autos da investigação.

Intimação da PF
A investigação teve início após a PF intimar o parlamentar, no último dia 21, para prestar depoimento. Jaques passou a ser investigado depois de ser alvo de uma operação da corporação realizada em 18 de junho.

Segundo a PF, há suspeitas de que o senador tenha sido beneficiado de forma indevida em negociações relacionadas ao Master. Entre os fatos apurados está a compra de um apartamento avaliado em R$ 2,5 milhões, em Salvador, pelo ex-sócio da instituição financeira Augusto Lima.

Após a operação, Jaques Wagner afirmou que mantém uma relação próxima com Augusto Lima e declarou que o empresário “se considera” amigo dele.

O inquérito também investiga um contrato firmado em março entre uma empresa pertencente à esposa do enteado do senador e o Master. Com informações da Jovem Pan.